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Molécula inédita é alternativa contra ferrugem da soja

07.07.2017

Princípio ativo exclusivo da Ihara nunca havia sido utilizado no Brasil

A Ihara anunciou o lançamento do Fusão EC (Metominostrobin + Tebuconazole), que apresenta uma molécula inédita para o controle da ferrugem asiática. O novo fungicida é formulado com metominostrobina – um princípio ativo exclusivo, que nunca havia sido utilizado no Brasil.

De acordo com a fabricante, trata-se de uma importante alternativa com o objetivo de combater a resistência desenvolvida pelo fungo Phakopsora pachyrhizi aos produtos existentes. “A metominostrobina é uma estrobilurina inédita, e chega em um cenário em que a resistência da ferrugem da soja a fungicidas deste grupo já está estabelecida. Assim sendo, sua performance superior no controle desta doença deve se manter ao longo do tempo”, explica o gerente de Fungicidas da Ihara, Luis Demant.

De acordo com ele, além da eficácia o Fusão EC traz como diferencial sua ação sobre toda a planta, o que aumenta a proteção: “É o fungicida mais sistêmico deste grupo no mercado, a sua alta velocidade de absorção e movimentação na planta faz com que ele aja muito mais rápido, reduzindo a ação das doenças”.

A Ihara ressalta que o lançamento não se restringe apenas ao combate da ferrugem asiática, sendo indicado para o controle de fungos em milho, trigo, feijão, algodão e arroz. A fabricante aponta que o Fusão EC é efetivo sobre o complexo de doenças do milho (ferrugem-polisora, cercosporiose e mancha-phaeosphaeria) e de manchas no trigo (mancha-amarela e mancha-marrom), além do brusone no arroz e da mancha-angular no feijão.

Demant aponta que a combinação de princípios ativos presente no Fusão EC também é uma importante ferramenta para o manejo de resistência. Outra recomendação é a aplicação dos chamados fungicidas protetores, como o Approve (Fluazinam + Thiophanate methyl), lançado pela empresa no início do ano.

“Somando os três mecanismos de ação de Approve aos dois de Fusão EC, o agricultor passa a ter uma solução com cinco mecanismos de ação contra as doenças da soja, o que oferece mais eficiência e melhor manejo de resistência”, explica o gerente da IHARA.