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Boas Práticas, uma marca registrada da Cocamar

09.07.2018

As boas práticas são uma das marcas do cooperativismo, que desenvolve suas operações com foco na preservação ambiental, na promoção humana e na qualidade de vida das comunidades nas quais o sistema está inserido.

Desde 1997, a Cocamar incentiva práticas que, se bem conduzidas, têm o poder de revitalizar a economia regional, gerando benefícios diretos e indiretos para os produtores e a população em geral. Uma delas é a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), que incorpora pastos degradados – de baixíssimo retorno econômico - ao moderno processo produtivo. Ao longo de décadas de exploração extensiva, sem a devida reposição de nutrientes no solo, a atividade chegou a incipientes níveis de produtividade, que tendem a inviabilizar o negócio.

A integração é um modelo inovador e sustentável que vem ganhando espaço rapidamente no Paraná e no Brasil. Sem que haja o revolvimento do solo, as terras recebem o cultivo de grãos durante o verão, quando são reestruturadas química e fisicamente, retornando para a pecuária no inverno em condições de potencializar os índices dessa atividade.

Cerca de 100 mil hectares já são cultivados com formatos integrados na região da cooperativa – noroeste paranaense, oeste paulista e leste sul-mato-grossense -, elevando as médias de produtividade, gerando equilíbrio econômico às propriedades e construindo uma nova realidade para as regiões.

A ILPF é apenas uma das muitas boas práticas implementadas pela Cocamar que, em suas indústrias, adota modelos sustentáveis, como reuso da água, geração de energia limpa por meio de biomassa e produção de fios têxteis que têm como matéria-prima, a cada mês, milhões de embalagens pet que resultam de processos de reciclagem.

A intercooperação é também uma iniciativa cujos frutos são destinados a populações menos favorecidas. Exemplo disso foi o Dia de Cooperar, realizado no sábado passado (30/6), quando mais de 600 colaboradores voluntários de sete cooperativas sediadas em Maringá reuniram-se para produzir 23 mil fraldas geriátricas, destinadas a entidades assistenciais.