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Higino fala na câmara sobre Cocamar, cooperativismo e safra

A economia da região de Maringá deve ter uma perda de aproximadamente R$ 2 bilhões com a forte redução da safra de soja 2021/22, ora, em final de colheita, cujo ciclo foi bastante afetado pelas adversidades climáticas.

Abertura – A informação foi transmitida na manhã desta terça-feira (15/3), aos vereadores do município, pelo presidente executivo da Cocamar Cooperativa Agroindustrial, Divanir Higino, ao participar da abertura da sessão na Câmara Municipal.

Redução – Segundo o dirigente, em muitos municípios, principalmente na região noroeste, a redução chega a 70%, ao passo que no norte do estado as lavouras sofreram um impacto menor diante das intempéries. “À medida que a colheita avança, os números são revisados para baixo.”

Momento – Convidado pelo vereador Onivaldo Barris para falar sobre o atual momento da Cocamar, eleita por uma revista especializada a melhor cooperativa agropecuária do país, Higino, em sua palestra, discorreu também sobre a importância do sistema cooperativista para a cidade e os efeitos da quebra de produtividade para a economia regional.

Ser a melhor – Segundo o presidente executivo, a Cocamar vem trabalhando intensamente no sentido de se consolidar como a melhor cooperativa do setor, em nível nacional, tendo recebido importantes reconhecimentos nesse sentido nos últimos meses. Entre eles, a Faixa Ouro (Rumo à Excelência) do Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão, concedida pelo Sistema Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e Sescoop Nacional, que avaliou 272 cooperativas do país; ainda nessa linha, a Deloitte, líder global em auditoria, posicionou a Cocamar como destaque do Programa Empresas com Melhor Gestão – Edição 2021; já a GPTW (Great Place to Work), classificou a cooperativa, após pesquisa com os colaboradores, entre as melhores empresas para se trabalhar no Paraná.

Crescimento – Mesmo após duas safras ruins e consecutivas – a de milho e trigo no inverno passado, e a atual, de soja – a Cocamar vem registrando um crescimento acima de suas expectativas, tendo finalizado o exercício do ano passado com um faturamento de R$ 9,6 bilhões, 37% acima em relação aos R$ 7 bilhões obtidos em 2020.

Antecipou – Segundo cálculos da cooperativa, não fosse pela quebra de produção no inverno, o montante teria sido superior a R$ 10,5 bilhões – o patamar planejado para ser alcançado só em 2025. Diante do crescimento, a meta para 2025 foi restabelecida em R$ 15 bilhões.

Números – São mais de 16 mil produtores associados (80% de pequeno e médio portes) atendidos por quase uma centena de estruturas nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul, que geram 3,5 mil postos de trabalho no total, 2 mil dos quais em Maringá.

Em 2021, a cooperativa realizou exportações da ordem de US$ 274 milhões, com destaque para o farelo de soja, e recolheu R$ 235,8 milhões em tributos aos cofres públicos.

Comunidades – Higino comentou também que a Cocamar tem entre seus pilares a preocupação com as comunidades – o princípio sétimo do sistema cooperativista – e, desde o início da pandemia, vem fazendo a doação de álcool em gel 70%, bem como alimentos, equipamentos e outros materiais para hospitais da cidade e dezenas de municípios nas regiões onde atua.

Entidades – Ao mesmo tempo, desenvolve anualmente a Campanha União Solidária em parceria com a cooperativa de crédito Sicredi, que beneficia centenas de entidades assistenciais dos três estados. E, todos os anos, para marcar a passagem do Dia Internacional do Cooperativismo, no primeiro sábado de julho, voluntários da Cocamar e de uma dezena de cooperativas da cidade se somam para a realização de ações voltadas a apoiar o chamado terceiro setor.

Associativismo – Segundo Higino, um grande esforço vem sendo despendido no sentido de assegurar para Maringá o título de Capital Nacional do Associativismo, reconhecendo-se assim os diferenciais de uma cidade que se revela um campo fértil para a prática associativista, sediando associações representativas muito atuantes e cooperativas de diferentes ramos que se sobressaem entre as maiores do país.

Recebimento – Sobre a quebra da safra 2021/22, ele cita que a Cocamar calcula receber 1,1 milhão de toneladas em seus armazéns, bem abaixo da previsão de 2 milhões estimadas inicialmente, e do volume recorde de 1,7 milhão de toneladas registradas no ciclo anterior.  

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