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Dia de Campo sobre Manejo de Plantas Daninhas

 

Com o objetivo de orientar e mostrar aos produtores as ferramentas disponíveis para manejo e controle de plantas daninhas em pré-plantio de soja, especialmente manejo de resistência, a Cocamar organizou um dia de campo na propriedade do cooperado Paulo Esteves, em Doutor Camargo, região de Maringá, na sexta-feira (22/7). Participaram aproximadamente 60 pessoas entre profissionais da cooperativa e cooperados da região.

Resistentes – Na área foi montado um protocolo com herbicidas para manejo outonal, em plantas resistentes, sendo que o evento contou com palestra e orientação do professor doutor e pesquisador da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Leandro Paiola Albrecht.

Avaliar – Os produtores e técnicos tiveram a oportunidade de avaliar na prática os resultados obtidos em cada situação e tirar suas dúvidas com o pesquisador da UFPR, que falou também sobre a necessidade do controle do milho tiguera, ante a crescente infestação de cigarrinhas do milho.

Comparando – Na tabela montada na propriedade, além de uma área deixada como testemunha, sem qualquer controle, nas demais parcelas foram feitas aplicações dos melhores produtos, os mais utilizados do mercado, para manejo de plantas daninhas, fazendo diversas combinações de princípios ativos, com uma e duas aplicações (a primeira em 1/7 e a sequencial no dia 11/7), mostrando a performance de cada produto para ajudar na tomada de decisão de controle na propriedade.

 

Qual a melhor – “Existem várias ferramentas para manejo de plantas daninhas que podem ser utilizadas de acordo com a situação existente na propriedade. O produtor precisa buscar a orientação técnica e avaliar qual a melhor opção. O protocolo mostrou que para cada situação há uma ferramenta, um produto que age de forma mais eficaz e a importância de fazer o manejo da forma recomendada. Não há uma receita de bolo única”, afirmou o gerente técnico Rafael Furlanetto.

Fase inicial – Citando a resistência de plantas daninhas, especialmente buva e capim amargoso, o pesquisador da UFPR destacou a importância de fazer o controle já na fase inicial de desenvolvimento da planta, no caso da buva entre 4 a 6 folhas ou no máximo oito folhas. “Não dá para brincar. É preciso entrar com o controle o mais cedo possível para efetivamente controlar o problema. Deixando uma planta de buva por metro quadrado a perda em soja equivale a uma caminhonete de luxo a cada 200 hectares”, comentou.

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